18 de Maio de 2009

Veja o novo video com as etapas do desenvolvimento embrionário no laboratório de Reprodução Humana da Insemine!

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

Clique aqui e veja o vídeo!

11 de Maio de 2009

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

Dia das mães! - dia das maes

23 de Abril de 2009

Progesterona depois da transferência de embriões, para que serve?

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

A progesterona é um hormônio liberado e produzido pelo corpo lúteo no ovário. Ou seja, pelas células do ovário depois que ele eliminou o óvulo e este será fecundado.
Ela serve para ajudar no processo de implantação e desenvolvimento inicial do embrião no útero materno. Sem progesterona ou com pouca progesterona não há gestação.
Durante a indução da ovulação a mulher toma uma série de medicações que afetam o desenvolvimento do corpo lúteo e podem, também, afetar a produção da progesterona. Por esse motivo devemos usar progesterona logo após a transferência de embriões por pelo menos 14 semanas.
Existem várias formulações e vias de administrar essa medicação (oral, intra-muscular e vaginal) o mais importante é seguir corretamente as orientações médicas e a prescrição nessa etapa que é igualmente importante para o sucesso do tratamento.

9 de Abril de 2009

Insemine lança, pioneiramente no sul do Brasil, a ONCOFERTILIDADE

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

oncofertilidade volante 1 - oncofertilidade volante 1

20 de Março de 2009

Veja um video com o desenvolvimento embrionário no laboratório de Reprodução Humana da Insemine

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

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18 de Março de 2009

Pense no futuro, cuide de sua fertilidade.

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

O congelamento de oócitos e semen fazem parte do arsenal terapêutico que possuímos para preservar a fertilidade de pacientes que estão em tratamento para algum tipo de câncer e que possam ter a sua fertilidade comprometida. As novas técnicas de Reprodução Assistida e controle de qualidade do laboratório aumentam as chances desse paciente ter sua fertilidade preservada.
Uma outra forma de preservarmos a fertilidade seria naquelas pacientes que o momento profissional fala mais alto que o desejo de gestar. Como o potencial reprodutivo feminino cai com a idade, muitas mulheres optam por congelar seus oócitos antes dos 35 anos e apostar na sua carreira. Depois dos 40 anos quando resolverem gestar já possuem uma “poupança reprodutiva”.
Mas lembre-se que nada substitui uma vida com hábitos saudáveis e que também estarão relacionados com o futuro reprodutivo como: fumo, uso de drogas, obesidade e sedentarismo.

12 de Março de 2009

Tenho endometriose, o que fazer?

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

Endometriose é a presença do endométrio (mucosa que a mulher perde todo o mês durante a menstruação) fora do útero. Normalmente ela afeta ovários e trompas e acomete mulheres de 20-40 anos com dois sintomas: dor e/ou infertilidade. Vou abordar, especificamente os casos com infertilidade e endometriose.
Vejamos, uma mulher sem nenhum problema tem 30% de chance por mês de engravidar, caso ela tenha endometriose, sua chance cai para 4%. A cauterização dos focos aumenta esse percentual para 8%, mas ainda é longe dos 30% que desejamos ter. Há alguns anos o tratamento da endometriose era o bloqueio da ovulação. Entretanto, depois de algumas publicações científicas, ficou claro que para aquelas mulheres com infertilidade e endometriose a melhor opção é a cauterização dos focos com imediata indução da ovulação com ou sem alguma técnica de Reprodução Humana. O que vai determinar o uso de técnicas mais avançadas são fatores como: idade da mulher, tempo de infertilidade e exames do marido.
O principal é saber como estão as trompas e como está o espermograma, pois trompas obstruídas (pode ser uma!) com endometriose é uma indicação de Fertilização in vitro. Para aquelas pacientes com mais de 35 anos, preconizamos o tratamento mais imediato, pois as chances de gestar ficam reduzidas após os 35 anos. Mas nada de pânico, lembre-se endometriose afeta mais de 6 milhões de barsileiras e os resultados com as atuais técnicas de Reprodução Assistidas são muito bons.

2 de Março de 2009

Reprodução Assistida aumenta a chance de mal formação fetal?

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

As técnicas habituais de Reprodução Assistida: inseminação, fertilização in vitro convencional e injeção intra-citoplasmética de espermatozóide (ICSI), não aumentam o risco fetal.
Já existem inúmeros estudos e mais de 3 milhões de crianças nascidas destas técnicas. Existe, sim, um aumento de prematuridade (nascimento antes de 9 meses) e algumas anormalidades ou complicações que estão muito ligadas a gemelaridade. Ou seja, a gestações com mais de um feto (ver comentário anterior sobre quantos embriões devemos transferir).
Recentemente foi publicado um estudo que refere um aumento de algumas doenças, tumores e até retardo de desenvolvimento em crianças nascidas após essas técnicas.
É o primeiro estudo com esse resultado e as doenças investigadas são extremamente raras. Mas serve como um alerta para um melhor acompanhamento e, principalmente, investigação dos casais que são submetidos a essas técnicas.
Portanto, o mais importante é uma boa avaliação clínica e uma história familiar sem doenças genéticas, com isso o mais importante fator associado com alguma anormalidade fetal passa a ser a idade da mãe. Para aquelas com menos de 35 anos a chance de ter algum problema é inferior a 1%.

27 de Fevereiro de 2009

Quanto tempo de repouso após a transferência de embriões?

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

Existem evidências científicas que demonstram uma melhora de resultados com 24 horas de repouso com uma diminuição nas atividades nos próximos 2-3 dias. Mais do que isso é puro exagero e realmente não vale a pena. Vamos pensar o que ocorre na natureza: a fertilização ocorre de 12-24h após a relação sexual, o embrião demora de 5-7 dias para percorrer a trompa e fixar-se no útero. Ou seja, podemos ter uma fertilização hoje e daqui a cinco dias, quando o embrião estiver chegando no útero, a paciente está pulando de para-quedas!
Portanto, repouso no primeiro dia e moderação nos próximos 2-3 dias.

21 de Fevereiro de 2009

E afinal Dr, quantos embriões devemos transferir?

Publicado por Joao Sabino em Sem Categoria

Essa talvez seja uma das perguntas mais frequentes nessa área, principalmente para aquelas pacientes que realizam Fertilização in vitro. Nossa legislação (parecer do CFM de 92) diz que no máximo 4 embriões devem ser transferidos. Entretanto, estudos recentes apontam que não adianta transferir mais do que 3 embriões, pois não aumentamos as chances de gestação, apenas as chances de termos mais de um bebê (gestação múltipla e todos os seus riscos para a mãe e fetos).
A recomendação da maioria das sociedades especializadas e que também seguimos indica que um bom laboratório garante ótimos resultados com o menor número de embriões transferidos. Para mulheres com menos de 35 anos 2 embriões e para aquelas com mais de 35 podemos até transferir 3 embriões, quatro quase nunca.

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